Apresentação. Espécie de, pelo menos.
PORQUE NADA NESTE BLOG É AQUILO QUE PARECE.
As progenitoras deste blog (apesar de se encontrar ali a palavra 'progenitoras', não se deve deduzir que essas duas pessoas mantenham entre si uma relação de homossexualidade. obrigada.) sofrem de todas as doenças mentais conhecidas e catalogadas e ainda inventam algumas nos tempos livres.
A leitura deste blog é desaconselhada e considerada por alguns especialistas um comportamento de risco, sendo que a frequência do mesmo pode levar a perdas graves de auto-estima e até, em alguns casos, a tendências suicidas.
Caso a leitura persista, é possível que o seu cérebro se encontre danificado e nesse caso seria aconselhável que procedesse à compra de pistachios e de um fato de cabedal.
Números úteis:
Serviço de Emergência: 112
Hospital Psiquiátrico de Lisboa: 217 917 000
Telepizza Sines: 269 633 004
As Dementes
Deformography
Sílvia Psiu.
Psst, olha devagar e discretamente por cima do ombro.
Estamos a ser observadas. *engole em seco*
Resultados Anteriores de Demência
um blogui para all garviadas várias e para pedreiros livres presos e em vias de desenvolvimento
dissabte, 27 de novembre del 2010
diumenge, 24 d’octubre del 2010
DAS JOVENS E VELHAS FRANÇAS EM CÓLERA
CÓLERAS COMO PANACEIA
CÓLERAS CONTRA ANÓNIMOS
BLOGUEIROS ANÓNIMOS UNAM-SE
Não somos todos anónimos
Mesmo aqueles que nome têm
Mesmo os que produzem limalhas de ferro enquanto se masturbam com uma ou duas catanas
Mesmo os que comem comunicados de imprensa.
Bizinhos e Bizinhas,anónimas
e demais animálaculos
ou sem cu los
tenhamos em conta a seguinte ordem natural de um blog bem:
1.O blogue começa 0 leitores e muita merda
2.O blogue aumenta o número de leitores e mantém ou refina a merda
3.O autor começa a gerar pequenos ódios que se materializam em comentários corrosivos e muitas vezes a merda perde conteúdo
4.O psicopata egotista saturado, faz mais merda onde ataca os que se atrevem a tomar a merda que escreve como sendo parte ou a totalidade da sua merda
Eu,diz o anónimo autor como rapazinho motard (infantil e perigoso) que dedica algum tempo a ler PESSOAS QUE ADMIRA( as pessoas que admira nunca são minúsculas detesta anões),e aprendeu a ler pessoas começando por ler as mãos
sentir-se-ia extremamente enganado se chegasse à conclusão que aquelas pessoas não existem.coitadinho)
É claro que isto é praticamente impossível.) em terra de zarolhos
Por muito que se crie uma personagem a forma como ela é criada diz muito acerca do autor.
Se por um lado não podemos assegurar que conhecemos pessoa X só porque lemos o que ela decide apresentar-nos, por outro, há uma assinatura invisível que não engana e que nos diz que aquela pessoa tem algo de especial.
Quanto aos baldes-de-merda (todos os que a produzem, exceptuando o autor que além de produzir só perfumes sofre de prisão de ventre)com que espalham detritos na forma de comentários ofensivos, acho que se esqueceram, tal como a maioria de nós, do privilégio que é termos acesso à intimidade de um número ilimitado de pessoas, sendo que há uma parte delas que não são portadoras de um violento atraso mental.(ou seja atrasados mentais mais esclarecidos que a maioria)
Para os autores ofendidos:
Se o que os maléficos (personificações do mal pois o blog e o seu autor são o bem)
Em 1789, a França explode contra o direito divino dos reis, contra a velha ordem, por um mundo novo de liberdade, igualdade e fraternidade.
Em 1968, a França explode contra a sociedade de consumo e a alienação burguesa, pela imaginação ao poder e a proibição de proibir, entrevendo a praia sob as calçadas.
Em 2010, a França explode porque não se quer reformar dois anos mais tarde.
Cada época tem a França que merece.
Aberta por JPB
O que quer que seja um JPB....
CÓLERAS CONTRA ANÓNIMOS
BLOGUEIROS ANÓNIMOS UNAM-SE
Não somos todos anónimos
Mesmo aqueles que nome têm
Mesmo os que produzem limalhas de ferro enquanto se masturbam com uma ou duas catanas
Mesmo os que comem comunicados de imprensa.
Bizinhos e Bizinhas,anónimas
e demais animálaculos
ou sem cu los
tenhamos em conta a seguinte ordem natural de um blog bem:
1.O blogue começa 0 leitores e muita merda
2.O blogue aumenta o número de leitores e mantém ou refina a merda
3.O autor começa a gerar pequenos ódios que se materializam em comentários corrosivos e muitas vezes a merda perde conteúdo
4.O psicopata egotista saturado, faz mais merda onde ataca os que se atrevem a tomar a merda que escreve como sendo parte ou a totalidade da sua merda
Eu,diz o anónimo autor como rapazinho motard (infantil e perigoso) que dedica algum tempo a ler PESSOAS QUE ADMIRA( as pessoas que admira nunca são minúsculas detesta anões),e aprendeu a ler pessoas começando por ler as mãos
sentir-se-ia extremamente enganado se chegasse à conclusão que aquelas pessoas não existem.coitadinho)
É claro que isto é praticamente impossível.) em terra de zarolhos
Por muito que se crie uma personagem a forma como ela é criada diz muito acerca do autor.
Se por um lado não podemos assegurar que conhecemos pessoa X só porque lemos o que ela decide apresentar-nos, por outro, há uma assinatura invisível que não engana e que nos diz que aquela pessoa tem algo de especial.
Quanto aos baldes-de-merda (todos os que a produzem, exceptuando o autor que além de produzir só perfumes sofre de prisão de ventre)com que espalham detritos na forma de comentários ofensivos, acho que se esqueceram, tal como a maioria de nós, do privilégio que é termos acesso à intimidade de um número ilimitado de pessoas, sendo que há uma parte delas que não são portadoras de um violento atraso mental.(ou seja atrasados mentais mais esclarecidos que a maioria)
Para os autores ofendidos:
Se o que os maléficos (personificações do mal pois o blog e o seu autor são o bem)
Em 1789, a França explode contra o direito divino dos reis, contra a velha ordem, por um mundo novo de liberdade, igualdade e fraternidade.
Em 1968, a França explode contra a sociedade de consumo e a alienação burguesa, pela imaginação ao poder e a proibição de proibir, entrevendo a praia sob as calçadas.
Em 2010, a França explode porque não se quer reformar dois anos mais tarde.
Cada época tem a França que merece.
Aberta por JPB
O que quer que seja um JPB....
Etiquetes de comentaris:
PANACEIA
dissabte, 2 d’octubre del 2010
CRÓNICA DAS GUERRAS DE NÚMEROS
Outubro de 2010
Comemorar o quê?
«E, em 2010, a questão é esta: como é possível pedir aos partidos de uma democracia liberal que festejem uma ditadura terrorista em que reinavam "carbonários", vigilantes de vário género e pêlo e a "formiga branca" do jacobinismo?
Como é possível pedir a uma cultura política assente nos "direitos do homem e do cidadão" que preste homenagem oficial a uma cultura política que perseguia sem escrúpulos uma vasta e indeterminada multidão de "suspeitos" (anarquistas, anarco-sindicalistas, monárquicos, moderados e por aí fora)?
Como é possível ao Estado da tolerância e da aceitação?
do "outro" mostrar agora o seu respeito por uma ideologia cuja essência era a erradicação do catolicismo?
E, principalmente, como é possível ignorar que a Monarquia, apesar da sua decadência e da sua inoperância, fora um regime bem mais livre e legalista do que a grosseira cópia do pior radicalismo francês que o "5 de Outubro" trouxe a Portugal?»
Sócrates o impermeável ?
D.Carlos o impassível?
Alegre o caçador Simão ?
D.Carlos o Simão caçador?
parvoíces
não depende dos partidos monárquicos ou republicanos
depende das gentes
os meninos serão sempre meninos , e assim é para um monte de homens de meia-idade e infelizmente mais novos também
o que está faltando, nem tenho que ler as bolas de cristal- pois agora em todos os jornais,canais, ou blogs .
Toda a gente escolhe o que Socrates a quejandos fingem que ignoram ...os institutos
os funcionários de topo
as reformas de topo aos 55 e 57anos
comparações entre
o rei de espanha que só custa 8,2milhões com a sua casa
e o presidente cavaquistanês custa 5 ou 6 com menos de 1/4 dos súbditos
tirem as universidades a mais, os institutos
agora há soluções para tudo
Mas são os mesmos que optaram por ignorar , (FERREIRA LEITE e MEDINA CARREIRA E MAIS UNS POUCOS EXCLUIDOS)
se alguém sente a ameaça e se cala
que direito têm de falar agora?
A FERREIRA LEITE NÃO TINHA Perfil E GASTARAM ANOS EM LUTAS INTESTINAS
o problema nacional é (principalmente psicológico) .
Cursos de cultura democrática não servem, especialmente de representantes dos partidos
entregaram a governação a agiotas globais e estão muito orgulhosos dessa sua proeza
como o fez uma geração de Braganças e gerações dos seus remotos antepassados
comemorar o quê e para quê?
os nobres o clero e o povo
não mudaram nada....
(Vasco'S
Pulido'S E COM FALTA DE POLIMENTOS
Valente in Público, VALENTE EM privado?
se o Bin-laden republicano
e o D.Miguel monárquico
aspiravam a sistemas similares
tal deve-se à sua natureza como seres humanos
e só parcialmente aos regimes que almejavam implantar
seja a república islâmica
ou a monarquia grega ou egípcia
os malogros dependem dos homens
que as dirigem
mas também dos povos que aceitam o mando
quanto aos frades armados de D.Miguel
e aos cortejos de funcionários famintos que abandoram Lisboa aos liberais
e ao povo em armas que na serra algarvia espoliou aqueles que lhes tinham roubado o pão
há milhões de páginas
e o exército de D.Pedro liberal requisitou mais fome no Algarve
que o absolutista Miguel
Agostinho de Campos
tudo resume
e em Portugal não há disso...há escravos, há egoístas,há indiferentes, há pândegos em grande quantidade e há uma minoria buliçosa que se destaca desta multidão de inertes, se apodera dos seus direitos desprezados e das suas riquezas mal defendidas
Comemorar o quê?
«E, em 2010, a questão é esta: como é possível pedir aos partidos de uma democracia liberal que festejem uma ditadura terrorista em que reinavam "carbonários", vigilantes de vário género e pêlo e a "formiga branca" do jacobinismo?
Como é possível pedir a uma cultura política assente nos "direitos do homem e do cidadão" que preste homenagem oficial a uma cultura política que perseguia sem escrúpulos uma vasta e indeterminada multidão de "suspeitos" (anarquistas, anarco-sindicalistas, monárquicos, moderados e por aí fora)?
Como é possível ao Estado da tolerância e da aceitação?
do "outro" mostrar agora o seu respeito por uma ideologia cuja essência era a erradicação do catolicismo?
E, principalmente, como é possível ignorar que a Monarquia, apesar da sua decadência e da sua inoperância, fora um regime bem mais livre e legalista do que a grosseira cópia do pior radicalismo francês que o "5 de Outubro" trouxe a Portugal?»
Sócrates o impermeável ?
D.Carlos o impassível?
Alegre o caçador Simão ?
D.Carlos o Simão caçador?
parvoíces
não depende dos partidos monárquicos ou republicanos
depende das gentes
os meninos serão sempre meninos , e assim é para um monte de homens de meia-idade e infelizmente mais novos também
o que está faltando, nem tenho que ler as bolas de cristal- pois agora em todos os jornais,canais, ou blogs .
Toda a gente escolhe o que Socrates a quejandos fingem que ignoram ...os institutos
os funcionários de topo
as reformas de topo aos 55 e 57anos
comparações entre
o rei de espanha que só custa 8,2milhões com a sua casa
e o presidente cavaquistanês custa 5 ou 6 com menos de 1/4 dos súbditos
tirem as universidades a mais, os institutos
agora há soluções para tudo
Mas são os mesmos que optaram por ignorar , (FERREIRA LEITE e MEDINA CARREIRA E MAIS UNS POUCOS EXCLUIDOS)
se alguém sente a ameaça e se cala
que direito têm de falar agora?
A FERREIRA LEITE NÃO TINHA Perfil E GASTARAM ANOS EM LUTAS INTESTINAS
o problema nacional é (principalmente psicológico) .
Cursos de cultura democrática não servem, especialmente de representantes dos partidos
entregaram a governação a agiotas globais e estão muito orgulhosos dessa sua proeza
como o fez uma geração de Braganças e gerações dos seus remotos antepassados
comemorar o quê e para quê?
os nobres o clero e o povo
não mudaram nada....
(Vasco'S
Pulido'S E COM FALTA DE POLIMENTOS
Valente in Público, VALENTE EM privado?
se o Bin-laden republicano
e o D.Miguel monárquico
aspiravam a sistemas similares
tal deve-se à sua natureza como seres humanos
e só parcialmente aos regimes que almejavam implantar
seja a república islâmica
ou a monarquia grega ou egípcia
os malogros dependem dos homens
que as dirigem
mas também dos povos que aceitam o mando
quanto aos frades armados de D.Miguel
e aos cortejos de funcionários famintos que abandoram Lisboa aos liberais
e ao povo em armas que na serra algarvia espoliou aqueles que lhes tinham roubado o pão
há milhões de páginas
e o exército de D.Pedro liberal requisitou mais fome no Algarve
que o absolutista Miguel
Agostinho de Campos
tudo resume
e em Portugal não há disso...há escravos, há egoístas,há indiferentes, há pândegos em grande quantidade e há uma minoria buliçosa que se destaca desta multidão de inertes, se apodera dos seus direitos desprezados e das suas riquezas mal defendidas
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COISAS DO MUNDO,
OPções?,
valentes
dissabte, 25 de setembre del 2010
CRÓNICA DOS NÚMEROS NA GUERRA
Os números nunca falam dos que foram enforcados, pretensamente como espiões, civis desarmados ou armados com uma zagaia que podiam ou não estar a soldo dos outros europeus, não fala das colheitas falhadas, das populações em fuga
porque os negros que foram as principais baixas da guerra, não constam nas estatísticas
terceira expedição para Moçambique, a maior de todas (128 oficiais e 4356 praças), partiu de Lisboa em sucessivos navios, Maio a Julho de 1916, sob o comando do então Coronel Ferreira Gil.(significa que a guerra lhe foi benéfica e pródiga em ascensão social e proventos pecuniários)
os negros apanhados a roubar provisões ou suspeitos de tal
apanhavam uma bala (poucos) ou a corda (quantos)
uma carta descreve a chegada a Moçambique, um tal de Tó matou um, talvez estivesse a roubar, talvez o dito cujo quisesse chamar a atenção para si ao matá-lo
a carta em letra miudinha de Setembro fala mais do tempo e das léguas que se faziam em 3 ou 4 dias de marcha que das gentes, há palavras e números cortados
esses números que são preciosos numa guerra
a expedição contava com 3 Batalhões de Infantaria, 2 batarias de artilharia, 3 de metralhadoras 2 de engenharia e um hospital provisório.
A estas forças juntaram-se as tropas da segunda expedição e ainda 10 companhias de recrutamento local, e operaram em território da África Oriental Alemã até Dezembro desse ano. O Major Moura Mendes passou a comandar a Artilharia.
O comando militar português não tendo em atenção as lições que deveriam ter sido aprendidas nas anteriores expedições, não corrigiu os erros cometidos até então, pelo que o primeiro navio da terceira expedição, quando chega a Tungué, encontra um cenário do desembarque e do acantonamento das tropas semelhante ao das expedições anteriores e uma situação sanitária catastrófica.
Depois do desembarque era ainda necessário completar a instrução de combate.
O General Smuts, sabendo da chegada da nova expedição portuguesa, pede, em telegrama datado de 8 de Julho de 1916, uma ofensiva a norte do Rovuma. Ferreira Gil, que tinha instruções para invadir a Ostafrika alemã e para ocupar os diversos portos até à proximidade do rio Rufigi, responde com a necessidade de concentrar forças antes de efectuar qualquer operação, mas acabará por ceder às insistências do General Smuts a que se acresciam as fortes pressões governamentais.
Lisboa estava mal informada, para ela Lettow Worbeck estaria a retirar, porém a realidade era bem diferente.
Com 3 colunas e cerca de 4000 Homens, com o apoio de 10 metralhadoras e 14 peças, as forças de Ferreira Gil atravessam a fronteira fluvial a 19 de Setembro , as forças portuguesas enviam uma das colunas no encalce dos alemães até Nevala (200 Km a Norte), que Ferreira Gil manda conquistar.
Este posto será ocupado sem combate a 26 de Outubro. O número de enforcamentos,umas centenas feitos entre populações esfaimadas, a quem retiraram gado e destruiram
colheitas só é marginalmente referida num conto de Bourbon de Meneses
De Nevala, a 8 de Novembro, sai uma coluna (aproximadamente 1000 homens) em direcção a Lilundi. Esta força comandada pelo Major Leopoldo da Silva, acaba por ser emboscada no Kiwambo. Nevala fica isolada e será atacada a 22, acabando por ceder a 28 desse mês, pondo-se os sobreviventes em fuga para o Sul do Rovuma. A operação ofensiva portuguesa saldara-se assim num fiasco e numa derrota.
Em Nevala, um espólio de toneladas de mantimentos, armamento (4 canhões de 75,7 metralhadoras Maxim) equipamento (dois camiões FIAT) e munições fica para os alemães.
Os alemães, após Nevala, iniciam um contra-ataque para Sul expulsando as forças de Ferreira Gil, que regressou a Portugal a "(...) pretexto de uma oportuna doença e o Governador-Geral, Álvaro Xavier de Castro assume o comando directo das forças e transfere a Base de Palma para Mocímboa da Praia, o que implicou a construção de novas instalações.
Esta área pantanosa trouxe consequências graves para o estado sanitário e para a vidas das tropas, pelo que, o mesmo Governador ainda tentou transferir os contingentes para Chomba, a 141 Km para o interior e a 800 m de altitude, em pleno planalto maconde, que na altura estavam sublevados e que por isso também foram enforcados às dúzias (quantos morreram de fome e de doença? não interessa
Apesar da pausa nos combates provocada pela estação das chuvas, os Aliados continuavam a avançar para o Rovuma, empurrando os alemães cujas forças estavam quase intactas.
Em Agosto de 1917, as forças portuguesas são reforçadas com unidades da metrópole e mudam de postura, passam à defensiva ao longo do Rovuma, através de uma linha de postos, cometendo novamente o erro de dispersar as forças ao longo de centenas de quilómetros.
Nesta altura, o reforço contava com 3 aviões monomotores Farman, porém, o facto de o aparelho do tenente Sousa Gorgulho sofrer um acidente e na mesma altura adoecer um dos principais mecânicos levam à paralisia operacional da esquadrilha.
capitão Von Stuemer, para leste do lago Niassa em busca de mantimentos e equipamentos e com instruções para viver tanto quanto possível exclusivamente do inimigo .
Atravessado o Rovuma, Von Stuemer apodera-se do posto de Mitomoni, e em poucas semanas ocupou toda a região dos ajauas e respectiva periferia: Mataca, Metarica, Serra Mecula, Mwembe, Mluluca, Maúa, Metarica e Mandimba - Neste período, os portugueses enfrentavam a revolta do Barué, na Zambézia, situação que para sua SORTE, não foi aproveitada pelos alemães.
Esta primeira invasão de Abril a Setembro, além de ter servido para recolher meios de subsistência de diversa ordem,
não se diz donde vieram esses meios de subsistência mas adivinha-se
terá sido um reconhecimento em força preparatório de uma grande invasão a partir de Novembro.
A 2 de Novembro, uma força alemã, aquilo que podemos considerar de guarda avançada, toma o posto de Nangar. A 25 do mesmo mês, Lettow Worbeck ao comando de 300 europeus e 1700 Askaris e 3000 carregadores com as respectivas famílias que também morriam pelo caminho, atravessa o Rovuma a vau perto do posto de Negomano e entra no território de Moçambique.
Negomano é conquistado sem grande dificuldade, sucumbindo o seu comandante, Major Teixeira Pinto, nos primeiros minutos de combate. Com grande parte da guarnição em fuga, os alemães apoderam-se mais uma vez dos preciosos víveres, munições e das valiosas Mauser de 1907.
Depois de conquistar Negomano, Lettow Worbeck subdivide a sua coluna em diversos destacamentos, constituindo aquilo a que René Pélissier designou por "(...) uma longa serpente central muito móvel, cujas contorções foram o pesadelo do Exército inglês e acessoriamente, do português.
A POÉTICA DA MORTE Já VEM do DA BELLO GALLICO
Gallia est omnis divisa in partes tres, quarum unam incolunt Belgae, aliam Aquitani, tertiam qui ipsorum lingua Celtae, nostra Galli appellantur. Hi omnes lingua, institutis, legibus inter se differunt. Gallos ab Aquitanis Garumna flumen, a Belgis Matrona et Sequana dividit. Horum omnium fortissimi sunt Belgae, propterea quod a cultu atque humanitate provinciae longissime absunt, minimeque ad eos mercatores saepe commeant atque ea quae ad effeminandos animos pertinent important, proximique sunt Germanis, qui trans Rhenum incolunt
Os alemães continuaram sempre para Sul pilhando tudo e recolhendo o que podiam de víveres, armamento e munições. Que tinham de vir de algum lado pois a comida não cresce nas àrvores, por acaso....até cresce
Em Dezembro de 1917, os alemães já tinham abandonado a região em direcção a Sul, atravessando zonas até então consideradas intransitáveis no período das chuvas.
Se a primeira invasão alemã não pode ser relacionada com a submissão dos macondes, a segunda invasão viria reacender a dissidência dos portugueses com os Ajauas e inflamar a resistência macua-lomué e, perifericamente, teria efeitos no sector suaíli .
os alemães aproveitam para ocupar uma série de pequenos postos, incluindo Nhamacurra (ou Kokossani), local muito próximo de Quelimane e onde estava sediada a Companhia do Boror. Nahmacurra, um eldorado de mantimentos e munições, fora indicada aos alemães pelas populações.
1 e 3 de Julho a Schutztruppe vence a mais forte posição aliada em Moçambique, Nhamacurra, onde infligem pesadas baixas à força anglo-portuguesa. No comando desta posição estava o tenente coronel Gore Brown dos King´s African Rifles. No final do combate, o precioso espolio de armamento, equipamento, mantimentos e medicamentos foi aproveitado para suprir as faltas logísticas alemãs e o que não foi possível aproveitar foi simplesmente queimado.
o Governador-Geral, Pedro Massano de Amorim, numa verdadeira economia de forças, aproveita a oportunidade para as deixar na costa para depois as poder utilizar na reocupação do território e submissão das revoltas .
Depois de Nhamacurra, como já tinha feito em Nampula, Lettow Worbeck evita a cidade de Quelimane e inflecte para nordeste, seguindo paralelamente à costa e, evitando, sempre o contacto com as forças que os perseguiam, dirige-se para Angoche, de onde parte em direcção a Oeste. A 24 está a atravessar o rio Licungo, a 4 de Setembro o rio Lúrio, em Mtetere. O Lugenda foi passado próximo de Luambala e a 28 do mesmo mês o Rovuma, 30 km a Leste de Mitomoni, de volta à Ostafrika (48).
O Coronel Sousa Rosa que assumira a defesa de Quelimane é exonerado e substituído em Julho pelo tenente-coronel Alberto Salgado, sendo o sexto comandante desde o começo da guerra.
Lettow Worbeck actuava sobre os prisioneiros e sobre as populações de uma forma pouco usual. Quer por insuficiência de meios quer por intenção deliberada, aos prisioneiros, centenas, libertava-os de imediato com a promessa de não mais voltarem a pegar em armas contra os alemães. Depois procurava conquistar a adesão das populações e instigar à sua revolta contra os Aliados, chegando a armá-la. As populações além de cederem alimentos, mulheres e guias, serviam ainda de órgão de informação sobre o dispositivo Aliado (49).
Balanço Possível
Apesar de em 1919, através de deliberação do Tratado de Versalhes, Portugal ter obtido o reconhecimento, pelos aliados, da incorporação de um território de que se considerava o proprietário legítimo (o Triângulo de Quionga), a Guerra em Moçambique, do ponto de vista militar, foi um desastre. Nenhum objectivo militar foi alcançado, o inimigo efectuou duas invasões, uma de seis meses e outra de 10, as baixas foram consideráveis - 2007 portugueses (9,8% das forças mobilizadas) e 2804 indígenas (50), e as populações locais sublevavam-se e apoiavam o inimigo logisticamente e ao nível de intelligence .
As justificações para este desastre são inúmeras mas destacamos as seguintes:
• Em Portugal a sociedade estava dividida quanto à beligerância ou não, incluindo o próprio corpo de oficiais, os governos eram também sucessivos, e algumas das forças expedicionárias foram propositadamente enviadas por forma a mantê-las afastadas da metrópole;
• As tropas não estavam mal apetrechadas, faltava-lhes sim preparação, coordenação, organização e um bom apoio sanitário;
• Entre os portugueses a valsa do comando foi significativa;
• Deu-se uma resposta convencional a um inimigo que actuava subversivamente com uma táctica de guerrilha, sem objectivos fixos, e sem alvos territoriais.
Lettow Worbbek, adoptando uma táctica de guerrilha, um emprego massivo das metralhadoras, de acções de reconhecimento e com grande qualidade de comando, foi derrotando sistematicamente todas as forças que enfrentava, evitando sempre o combate quando em situação desvantajosa sendo que após um percurso de milhares de quilómetros, conseguiu assegurar o seu objectivo ao longo de toda a Guerra: o de não ser capturado
Os alemães sofreram inúmeras baixas em combate mas a maioria foi afectada pelas doenças como a varíola e a pneumónica; no total perderam 45% do efectivo europeu e 90% de Askaris
porque os negros que foram as principais baixas da guerra, não constam nas estatísticas
terceira expedição para Moçambique, a maior de todas (128 oficiais e 4356 praças), partiu de Lisboa em sucessivos navios, Maio a Julho de 1916, sob o comando do então Coronel Ferreira Gil.(significa que a guerra lhe foi benéfica e pródiga em ascensão social e proventos pecuniários)
os negros apanhados a roubar provisões ou suspeitos de tal
apanhavam uma bala (poucos) ou a corda (quantos)
uma carta descreve a chegada a Moçambique, um tal de Tó matou um, talvez estivesse a roubar, talvez o dito cujo quisesse chamar a atenção para si ao matá-lo
a carta em letra miudinha de Setembro fala mais do tempo e das léguas que se faziam em 3 ou 4 dias de marcha que das gentes, há palavras e números cortados
esses números que são preciosos numa guerra
a expedição contava com 3 Batalhões de Infantaria, 2 batarias de artilharia, 3 de metralhadoras 2 de engenharia e um hospital provisório.
A estas forças juntaram-se as tropas da segunda expedição e ainda 10 companhias de recrutamento local, e operaram em território da África Oriental Alemã até Dezembro desse ano. O Major Moura Mendes passou a comandar a Artilharia.
O comando militar português não tendo em atenção as lições que deveriam ter sido aprendidas nas anteriores expedições, não corrigiu os erros cometidos até então, pelo que o primeiro navio da terceira expedição, quando chega a Tungué, encontra um cenário do desembarque e do acantonamento das tropas semelhante ao das expedições anteriores e uma situação sanitária catastrófica.
Depois do desembarque era ainda necessário completar a instrução de combate.
O General Smuts, sabendo da chegada da nova expedição portuguesa, pede, em telegrama datado de 8 de Julho de 1916, uma ofensiva a norte do Rovuma. Ferreira Gil, que tinha instruções para invadir a Ostafrika alemã e para ocupar os diversos portos até à proximidade do rio Rufigi, responde com a necessidade de concentrar forças antes de efectuar qualquer operação, mas acabará por ceder às insistências do General Smuts a que se acresciam as fortes pressões governamentais.
Lisboa estava mal informada, para ela Lettow Worbeck estaria a retirar, porém a realidade era bem diferente.
Com 3 colunas e cerca de 4000 Homens, com o apoio de 10 metralhadoras e 14 peças, as forças de Ferreira Gil atravessam a fronteira fluvial a 19 de Setembro , as forças portuguesas enviam uma das colunas no encalce dos alemães até Nevala (200 Km a Norte), que Ferreira Gil manda conquistar.
Este posto será ocupado sem combate a 26 de Outubro. O número de enforcamentos,umas centenas feitos entre populações esfaimadas, a quem retiraram gado e destruiram
colheitas só é marginalmente referida num conto de Bourbon de Meneses
De Nevala, a 8 de Novembro, sai uma coluna (aproximadamente 1000 homens) em direcção a Lilundi. Esta força comandada pelo Major Leopoldo da Silva, acaba por ser emboscada no Kiwambo. Nevala fica isolada e será atacada a 22, acabando por ceder a 28 desse mês, pondo-se os sobreviventes em fuga para o Sul do Rovuma. A operação ofensiva portuguesa saldara-se assim num fiasco e numa derrota.
Em Nevala, um espólio de toneladas de mantimentos, armamento (4 canhões de 75,7 metralhadoras Maxim) equipamento (dois camiões FIAT) e munições fica para os alemães.
Os alemães, após Nevala, iniciam um contra-ataque para Sul expulsando as forças de Ferreira Gil, que regressou a Portugal a "(...) pretexto de uma oportuna doença e o Governador-Geral, Álvaro Xavier de Castro assume o comando directo das forças e transfere a Base de Palma para Mocímboa da Praia, o que implicou a construção de novas instalações.
Esta área pantanosa trouxe consequências graves para o estado sanitário e para a vidas das tropas, pelo que, o mesmo Governador ainda tentou transferir os contingentes para Chomba, a 141 Km para o interior e a 800 m de altitude, em pleno planalto maconde, que na altura estavam sublevados e que por isso também foram enforcados às dúzias (quantos morreram de fome e de doença? não interessa
Apesar da pausa nos combates provocada pela estação das chuvas, os Aliados continuavam a avançar para o Rovuma, empurrando os alemães cujas forças estavam quase intactas.
Em Agosto de 1917, as forças portuguesas são reforçadas com unidades da metrópole e mudam de postura, passam à defensiva ao longo do Rovuma, através de uma linha de postos, cometendo novamente o erro de dispersar as forças ao longo de centenas de quilómetros.
Nesta altura, o reforço contava com 3 aviões monomotores Farman, porém, o facto de o aparelho do tenente Sousa Gorgulho sofrer um acidente e na mesma altura adoecer um dos principais mecânicos levam à paralisia operacional da esquadrilha.
capitão Von Stuemer, para leste do lago Niassa em busca de mantimentos e equipamentos e com instruções para viver tanto quanto possível exclusivamente do inimigo .
Atravessado o Rovuma, Von Stuemer apodera-se do posto de Mitomoni, e em poucas semanas ocupou toda a região dos ajauas e respectiva periferia: Mataca, Metarica, Serra Mecula, Mwembe, Mluluca, Maúa, Metarica e Mandimba - Neste período, os portugueses enfrentavam a revolta do Barué, na Zambézia, situação que para sua SORTE, não foi aproveitada pelos alemães.
Esta primeira invasão de Abril a Setembro, além de ter servido para recolher meios de subsistência de diversa ordem,
não se diz donde vieram esses meios de subsistência mas adivinha-se
terá sido um reconhecimento em força preparatório de uma grande invasão a partir de Novembro.
A 2 de Novembro, uma força alemã, aquilo que podemos considerar de guarda avançada, toma o posto de Nangar. A 25 do mesmo mês, Lettow Worbeck ao comando de 300 europeus e 1700 Askaris e 3000 carregadores com as respectivas famílias que também morriam pelo caminho, atravessa o Rovuma a vau perto do posto de Negomano e entra no território de Moçambique.
Negomano é conquistado sem grande dificuldade, sucumbindo o seu comandante, Major Teixeira Pinto, nos primeiros minutos de combate. Com grande parte da guarnição em fuga, os alemães apoderam-se mais uma vez dos preciosos víveres, munições e das valiosas Mauser de 1907.
Depois de conquistar Negomano, Lettow Worbeck subdivide a sua coluna em diversos destacamentos, constituindo aquilo a que René Pélissier designou por "(...) uma longa serpente central muito móvel, cujas contorções foram o pesadelo do Exército inglês e acessoriamente, do português.
A POÉTICA DA MORTE Já VEM do DA BELLO GALLICO
Gallia est omnis divisa in partes tres, quarum unam incolunt Belgae, aliam Aquitani, tertiam qui ipsorum lingua Celtae, nostra Galli appellantur. Hi omnes lingua, institutis, legibus inter se differunt. Gallos ab Aquitanis Garumna flumen, a Belgis Matrona et Sequana dividit. Horum omnium fortissimi sunt Belgae, propterea quod a cultu atque humanitate provinciae longissime absunt, minimeque ad eos mercatores saepe commeant atque ea quae ad effeminandos animos pertinent important, proximique sunt Germanis, qui trans Rhenum incolunt
Os alemães continuaram sempre para Sul pilhando tudo e recolhendo o que podiam de víveres, armamento e munições. Que tinham de vir de algum lado pois a comida não cresce nas àrvores, por acaso....até cresce
Em Dezembro de 1917, os alemães já tinham abandonado a região em direcção a Sul, atravessando zonas até então consideradas intransitáveis no período das chuvas.
Se a primeira invasão alemã não pode ser relacionada com a submissão dos macondes, a segunda invasão viria reacender a dissidência dos portugueses com os Ajauas e inflamar a resistência macua-lomué e, perifericamente, teria efeitos no sector suaíli .
os alemães aproveitam para ocupar uma série de pequenos postos, incluindo Nhamacurra (ou Kokossani), local muito próximo de Quelimane e onde estava sediada a Companhia do Boror. Nahmacurra, um eldorado de mantimentos e munições, fora indicada aos alemães pelas populações.
1 e 3 de Julho a Schutztruppe vence a mais forte posição aliada em Moçambique, Nhamacurra, onde infligem pesadas baixas à força anglo-portuguesa. No comando desta posição estava o tenente coronel Gore Brown dos King´s African Rifles. No final do combate, o precioso espolio de armamento, equipamento, mantimentos e medicamentos foi aproveitado para suprir as faltas logísticas alemãs e o que não foi possível aproveitar foi simplesmente queimado.
o Governador-Geral, Pedro Massano de Amorim, numa verdadeira economia de forças, aproveita a oportunidade para as deixar na costa para depois as poder utilizar na reocupação do território e submissão das revoltas .
Depois de Nhamacurra, como já tinha feito em Nampula, Lettow Worbeck evita a cidade de Quelimane e inflecte para nordeste, seguindo paralelamente à costa e, evitando, sempre o contacto com as forças que os perseguiam, dirige-se para Angoche, de onde parte em direcção a Oeste. A 24 está a atravessar o rio Licungo, a 4 de Setembro o rio Lúrio, em Mtetere. O Lugenda foi passado próximo de Luambala e a 28 do mesmo mês o Rovuma, 30 km a Leste de Mitomoni, de volta à Ostafrika (48).
O Coronel Sousa Rosa que assumira a defesa de Quelimane é exonerado e substituído em Julho pelo tenente-coronel Alberto Salgado, sendo o sexto comandante desde o começo da guerra.
Lettow Worbeck actuava sobre os prisioneiros e sobre as populações de uma forma pouco usual. Quer por insuficiência de meios quer por intenção deliberada, aos prisioneiros, centenas, libertava-os de imediato com a promessa de não mais voltarem a pegar em armas contra os alemães. Depois procurava conquistar a adesão das populações e instigar à sua revolta contra os Aliados, chegando a armá-la. As populações além de cederem alimentos, mulheres e guias, serviam ainda de órgão de informação sobre o dispositivo Aliado (49).
Balanço Possível
Apesar de em 1919, através de deliberação do Tratado de Versalhes, Portugal ter obtido o reconhecimento, pelos aliados, da incorporação de um território de que se considerava o proprietário legítimo (o Triângulo de Quionga), a Guerra em Moçambique, do ponto de vista militar, foi um desastre. Nenhum objectivo militar foi alcançado, o inimigo efectuou duas invasões, uma de seis meses e outra de 10, as baixas foram consideráveis - 2007 portugueses (9,8% das forças mobilizadas) e 2804 indígenas (50), e as populações locais sublevavam-se e apoiavam o inimigo logisticamente e ao nível de intelligence .
As justificações para este desastre são inúmeras mas destacamos as seguintes:
• Em Portugal a sociedade estava dividida quanto à beligerância ou não, incluindo o próprio corpo de oficiais, os governos eram também sucessivos, e algumas das forças expedicionárias foram propositadamente enviadas por forma a mantê-las afastadas da metrópole;
• As tropas não estavam mal apetrechadas, faltava-lhes sim preparação, coordenação, organização e um bom apoio sanitário;
• Entre os portugueses a valsa do comando foi significativa;
• Deu-se uma resposta convencional a um inimigo que actuava subversivamente com uma táctica de guerrilha, sem objectivos fixos, e sem alvos territoriais.
Lettow Worbbek, adoptando uma táctica de guerrilha, um emprego massivo das metralhadoras, de acções de reconhecimento e com grande qualidade de comando, foi derrotando sistematicamente todas as forças que enfrentava, evitando sempre o combate quando em situação desvantajosa sendo que após um percurso de milhares de quilómetros, conseguiu assegurar o seu objectivo ao longo de toda a Guerra: o de não ser capturado
Os alemães sofreram inúmeras baixas em combate mas a maioria foi afectada pelas doenças como a varíola e a pneumónica; no total perderam 45% do efectivo europeu e 90% de Askaris
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divendres, 17 de setembre del 2010
DOM HELDER CÂMARA
QUANDO DOU COMIDA AOS POBRES, ME CHAMAM DE SANTO.
QUANDO PERGUNTO PORQUE ELES SÃO POBRES, CHAMAM-ME DE COMUNISTA”.
QUANDO PERGUNTO PORQUE ELES SÃO POBRES, CHAMAM-ME DE COMUNISTA”.
diumenge, 5 de setembre del 2010
emphyzema after years of smoking camel unfiltered
propaganda of emphyzema
after years of smoking pall mals und camel unfiltered
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diumenge, 29 d’agost del 2010
Martin Luther King Had a Dream and Glenn Beck Was Not in It
Martin Luther King Had a Dream and Glenn Beck Was Not in It
http://satiricalpolitical.com/2010/08/27/glenn-beck-lincoln-memorial-martin-luther-king-forrest-gump/#respond
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